::A Alemanha depende dos imigrantes::
Talvez muitos não saibam, até mesmo muitos imigrantes que moram aqui na Alemanha, mas este país precisa também de nós, jovens imigrantes com boa qualificação profissional, assim como nós precisamos dele.
O sistema social alemão está passando por uma forte crise, baseada no problema de que a população alemã está cada vez mais velha e as famílias estão se tornando cada vez menores (baixa taxa de natalidade). Em consequência disso, há menos trabalhadores contribuindo para manter o sistema social e garantir que ele possa funcionar.
Em época de vacas magras como a de agora, de crise econômica e altas taxas de desemprego, uma das válvulas de escape mais fácil é a de colocar a culpa nos estrangeiros, acusando-os de que eles se aproveitam do sistema social e de que tomam empregos dos alemães, o que não é a verdade.
A verdade é que existem muitas vagas qualificadas que não podem ser preenchidas porque não existem alemães qualificados para tanto. Como exemplo, uma ferramenta de suprir a necessidade de pessoal qualificado na área de informática foi a que o governo alemão lançou há alguns anos: um sistema de green card para estrangeiros vindos de fora da Comunidade Européia. O programa não deu lá muito certo porque a crise do setor afetou também o número de vagas em aberto, além disso ele envolve muita burocracia, leis complicadas, sem falar nas dificuldades de adaptação comumente enfrentadas pelos estrangeiros aqui. O saldo foi de 13.500 contratações para uma oferta incial de 20.000 green cards. Além deste setor, ainda há vários aonde a mão-de-obra alemã não consegue cobrir o número de vagas em aberto. Dado importante: para conseguir manter o sistema social vigente, a Alemanha precisaria de pelo menos 4 milhões de novos imigrantes por ano.
Ao mesmo tempo em que os empresários alemães lutam para conseguir empregar estrangeiros, muitos alemães jovens deixam o seu país rumo aos EUA, Canadá ou Austrália, por acreditarem que lá encontrarão menos crise e melhor qualidade de vida.
A receita é simples: se fosse possível o aumento da população economicamente ativa com imigrantes jovens e qualificados, seria mais provável a diminuição dos encargos sociais no país, o que seria bom pra todos.
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Sandra
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04h52
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::Notícia boa::
Recebi ontem o passaporte da Taísa e a autorização, reconhecida pelo consulado brasileiro de Munique. Podem colocar água no feijão, que eu tô chegando!... :-)
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Sandra
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03h59
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::Companhia para Crescer::
Eu não sou de fazer propaganda em causa própria, mas antes do artigo sumir do espaço virtual que me foi dado de presente, queria deixá-lo registrado aqui: vejam a página do Geraldo Eustáquio de Souza, a Companhia para Crescer, e prestigiem o meu artigo "Quando tiver pressa, ande devagar".
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Sandra
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15h26
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:: Preconceitos infundados ::
Pra quem achava - ou acha - que alemão é seco, sem sentimentos, duro de roer e etcetera.... só "heil Hitler" (eles odeiam essa associação...) e nada mais, aqui uma prova de que o alemão é um ser humano como outro qualquer. Um exemplo da obra do cantor e compositor Herbert Grönemeyer, retirada do seu super CD unplugged, com tradução em português mais abaixo - vale a pena conferir! :-)
Halt mich Herbert Grönemeyer
nehm meine träume für bare münze schwelge in phantasien hab mich in dir gefangen weiß nicht wie mir geschieht wärm mich an deiner stimme leg mich zur ruhe in deinen arm halt mich, nur ein bißchen bis ich schlafen kann
fühl mich bei dir geborgen setz mein herz auf dich will jeden moment genießen dauer ewiglich bei dir ist gut anlehnen glück im überfluß dir willenlos ergeben find ich bei dir trost
bin vor freude außer mir will langsam mit dir untergehn kopflos, sorglos, schwerelos in dir verliern deck mich zu mit zärtlichkeiten nimm im sturm, die nacht ist kurz friedvoll, liebestoll, überwältigt von dir schön, dass es dich gibt
komm erzähl mir was plauder auf mich ein ich will mich an dir satthörn immer mit dir sein betanke mich mit leben laß mich in deinem arm halt mich, nur ein bißchen bis ich schlafen kann halt mich, dass ich schlafen kann
Segure-me Herbert Grönemeyer
Leve meus sonhos a sério Goze em fantasias Eu me vi preso em você Não sei como foi acontecer Esquente-me com sua voz Acalme-me nos seus braços Segure-me, só um pouco Até que eu durma
Eu me sinto protegido por você Coloco meu coração nas suas mãos Quero aproveitar cada momento Sempre, pra sempre É bom demais poder me apoiar em você Alegria com fartura Entregar-me pra você sem expectativas Eu encontro consolo em você
Estou fora do ar de felicidade Quero afundar devagar com você Sem pensamentos, sem problemas, liberto da gravidade, assim quero me perder em você Cubra-me com carinhos Pegue-me no vendaval, a noite é curta Pacificamente, amorosamente, dominado por você Que bom que você existe
Vem, me conta alguma coisa Fala comigo Eu quero ouvir tudo de você Quero estar sempre com você Encha-me de vida Pegue-me nos seus braços Segure-me, só um pouco Até que eu durma Segure-me, só um pouco Pra que eu possa dormir
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Sandra
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15h06
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:.Só pra registrar.:
Hoje à noite foi a noite mais quente dos últimos 40 anos aqui na Alemanha: máxima de 26,7 graus. Mais quente à noite do que durante os dias de muitos outros verões europeus!... :-)
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Sandra
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23h32
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::Mendigo, barata, calor de 40 graus na Alemanha?::
Existe mendigo na Alemanha? Sim, existe! Aqui na cidade aonde moro, que é pequena (abaixo de 50.000 habitantes), quase não se vêem mendigos, mas hoje mesmo fui fazer compras de supermercado e um estava lá, sentado na entrada do supermercado, pedindo esmola. Aqui o que há mais é gente cantando nas ruas ou tocando um instrumento pra ganhar uns trocados. Mais do que justo. Mas mendigar na Europa??? Na realidade e na teoria seria impossível haver mendigos, pois o governo mantém um sistema social que dá ajuda a necessitados e desempregados. O problema é que existem pessoas que têm um vício, que não conseguem ou não querem manter uma vida "normal" e outras que seguem uma filosofia de vida ou um bando, acabando caindo nas ruas e no abandono.
Existe barata na Alemanha? Dizem que existe, mas eu felizmente nunca vi uma aqui! Eu tenho horror desse bicho nojento e não quero ver um aqui tão cedo...
Existe calor de 40 graus na Alemanha? Sim, existe! Hoje tive a feliz idéia de trocar de escritório durante a parte da tarde, pois no meu escritório bate sol o tempo todo e à tarde os miolos estão meio que fritos, paralisados pelo calor. Fui pra um escritório climatizado e fiquei, mesmo assim, ainda tendo que sair pra fora dele, pra dentro do forno. Forno mesmo, e que fornão! Aqui virou Brasil e ninguém foi informado! Temperaturas altíssimas, elevada humidade do ar (se bem que no Brasil ela é bem maior) e fortes pancadas de chuva de quando em vez. Com esta fase seca, está chegando a haver racionamento de água e energia em alguns países, como na Itália. E o pior: parece que tudo isso é consequência do aquecimento da Terra, e que esse calor vai se tornar normal por aqui. E poderá chegar-se a um ponto aonde 40 graus vai ser ainda ¿suportável¿... No futuro, ao invés de ir para o mar atlântico, durante as férias de verão, os europeus irão para o norte, procurando locais mais arejados e temperaturas mais amenas. Tudo fruto da imaginação? Pode ser que não...
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Sandra
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23h27
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::nAzIsMo::
Aqui se fala muito sobre nazismo, o passado está bem presente na cabeca das pessoas. Existe até uma palavra interessante neste sentido: "Denkmal" é uma estátua ou obra que lembra algo, "Mahnmal" é o mesmo, só que é pra lembrar que isto nao deve ser repetido. Neste sentido, os alemaes estudam a fundo as Guerras e aprendem muito sobre o assunto, para que uma barbaridade dessas nao se repita. Mas é lógico que o jovem de hoje nao tem culpa de nada do que seus antepassados fizeram ou deixaram de fazer. Mas isso é, na minha opiniao, uma explicacao pela qual o alemao nao tem orgulho do país mas sim da cidade aonde nasceu. O alemao tem orgulho regional. Ele quer evitar ter orgulho nacional, pois pra ele é algo negativo.
Lógico que existe nazismo aqui. Existe nazismo no mundo todo, no Brasil, nos EUA. Sempre vai existir uma pessoa ou um grupo de pessoas que acha ser melhor, superior do que o resto. Mas o governo daqui faz de tudo para suprimir a capacidade de expressao desses grupos.
Quando cheguei aqui, em 1993, estavam ocorrendo alguns acidentes frequentes, causados por nazistas e dirigidos a estrangeiros. Felizmente, essa fase passou logo. Lógico que existe preconceito com relacao aos estrangeiros aqui, principalmente porque a Alemanha se nega a aceitar que virou uma colcha de retalhos cultural. Aqui moram pessoas do mundo todo. Os alemaes tem direito a votar e decidir, e os estrangeiros tem direito a viver aqui, pagar impostos, cumprir as leis. Meio injusto neste sentido.
Mas a imprensa alema me admira muito: eles retomam temas que aconteceram há 10 anos, há 100 anos, nao importa. Se o tema marcou e serve de "Mahnmal" para o futuro, entao ele é analisado e é feita uma comparacao profunda e aberta do que era, foi e será daquele lugar, daquela família, de tudo que aquele momento causou e modificou na história.
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Sandra
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01h37
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:: dEuTsChE WeLLe ::
Acabo de ler vários artigos da Deutsche Welle que valem super a pena, para quem se interessa pela Alemanha, quer entender melhor a cultura e ficar por dentro de tudo que está sendo discutido atualmente dentro do país. Achei um artigo sobre o amor dos alemaes à jardinagem, outro sobre a violencia dentro das escolas alemas e ainda sobre a discriminacao de mulheres e estrangeiros no mercado de trabalho alemao. Há vários outros, também muito interessantes. Vale conferir!
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Sandra
às
03h09
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::Final de semana::
Fui neste final de semana para uma cidadezinha na Floresta Negra, convidada para participar de um casamento de uma amiga francesa com um alemão. Na sexta-feira, andamos 45 minutos até chegar a um restaurante no topo de uma montanha, jantamos lá e voltamos à noite, iluminando o caminho com lanternas (era pra ser com velas, mais romântico, mas com o calor europeu e o fato das florestas estarem muito secas, está proibido acender qualquer tipo de chama aberta no momento no meio das florestas, como medida preventiva de incêndios).
No sábado, foi o casamento civil, às 11 horas da manhã. Aqui ele é celebrado na prefeitura, numas salinhas minúsculas. Quem entrou, morreu de calor e de suar e quem ficou de fora, não ouviu nada, não participou. Eu entrei. Lembrei-me do meu casamento e me emocionei, tendo chorado algumas lágrimas pela emoção do momento de estar ali, presenciando aquele momento feliz da minha amiga, mas também pela tristeza de ter enterrado alguns sonhos meus junto com minha separação, apesar de que ainda tenho a chance de continuar a acreditar neles e acreditar que posso realizá-los com meu namorado. Mas esta é a roda da vida: todos somos românticos, queremos acreditar que encontramos no outro a outra asa que nos permite voar altos vôos, juntos somos invencíveis, o mundo nos pertence. Mas depois de muito pensar acho que esse negócio de união entre homem e mulher é uma loteria: muitos tentam, muitos têm esperança de chegar lá, poucos são os afortunados. Esta é a realidade. Mas não é por isso que a gente vai parar de tentar, né?
O casamento entre um alemão e um estrangeiro se chama oficialmente "casamento com toque estrangeiro" e o/a pretendente tem que apresentar um atestado de seu país, constando de que ele/ela é realmente solteiro(a). Como minha amiga e seu marido já moravam juntos há dois anos nos Estados Unidos, a papelada se complicou mais um pouquinho, tendo que ser emitida pela França, confirmada nos EUA e reconhecida na Alemanha...
Continuando, do casamento civil fomos para um hotel bem no alto de uma outra montanha, aliás o caminho até lá era uma verdadeira serpentina. Para quem não sabe, a Floresta Negra tem este nome pois os altos pinheiros, nesta região extremamente montanhosa, são tão unidos uns aos outros que dentro da floresta quase não há luz. Daí o nome. O hotel era o máximo, o nome já diz tudo: Schöne Aussicht (Vista Bonita). A festa ia começar às cinco da tarde, por isso ainda fui nadar com minha filha e aproveitar daquela inacreditável banheira de hidromassagem gigante. A festa foi super legal também: minha amiga é uma perfeita planejadora, ela pensou nos mínimos detalhes e organizou um DJ para tocar música que agradasse a gregos e troianos (no caso franceses e alemães), mandou decorar as mesas muito lindamente, com cartões já definindo o local aonde cada convidado deveria se sentar à mesa (desta parte eu não gostei, mas depois me mudei pra perto de pessoas mais chegadas) um menu de cinco pratos e cardápio misturando especialidades alemãs com detalhes franceses. As brincadeiras, apresentadas entre um prato e outro pelos pais e convidados, em homenagem aos noivos, foram quase todas também politicamente corretas em alemão e francês, contribuindo para a amizade franco-alemã. De todas as brincadeiras, as mais legais ficaram com um pacote enorme que levava um presente para os noivos, mas que foi tendo que ser passado para o convidado com os sapatos mais bonitos, dele para a mulher com o vestido mais interessante, e assim por diante. Todo mundo participou e riu quando a mãe da noiva passou o pacote para o homem mais esbelto da festa, que ela ironicamente entregou ao mais gordo de todos! Hihihi... Outra brincadeira legal foi um jornal que fizeram, contando da vida do casal e mostrando fotos do passado, o que deixou que todos ficassem sabendo um pouco mais dos dois e de situações pitorescas da vida do casal. Quanto às roupas, sem grandes comentários: principalmente as francesas deram um show de moda e de elegância e algumas alemãs conseguiram caprichar na escolha das roupas, totalmente inadequadas para a ocasião (tipo sapato de meia estação preto, meia calça, shorts pretos e camiseta de malha vermelha e branca - isso é roupa pra casamento??? Mas deixa pra lá)...
Hoje de manhã todos tomamos café-da-manhã juntos e minha filha ainda quis nadar uma segunda vez. Depois fomos embora pra casa. A viagem de volta, passando por uma grande parte da Floresta Negra e pelo Caminho dos Relógios (esta é a região dos famosos relógios de cuco, vimos até o maior relógio de cuco do mundo no caminho!...), em si só foi pra mim também uma prazer enorme, pois eu sou daquele tipo de pessoa que adora viajar, e pra mim viagem é feita do caminho de ida e volta também. Curto ouvir uma música legal, prestar atenção nas paisagens, deixar os pensamentos livres e soltos... Uma dica: isto é bem mais possível nas estradas regionais alemãs, pois as rodovias são mais rápidas, mas dá pra curtir e aproveitar bem menos dos locais visitados.
A segunda melhor parte do final de semana ficou com o fato de que pude rever alguns bons amigos, com quem convivi 4 anos aqui na Alemanha. Essas amizades excelentes de gente que você não vê há séculos e quando as revê, começa a contar casos da atualidade como se nada tivesse nos separado. Adoro meus amigos, mas é uma pena que a grande maioria deles esteja tão longe de mim fisicamente.
Quanto ao meu ex, tomei uma decisão depois deste episódio da autorização de viagem para minha filha: vou tentar arrumar uma solução duradoura para poder viajar sem necessidade de sua permissão, vou checar no Brasil se a tal portaria que já incluí neste blog tem mesmo validade. Ou talvez meu contrato de casamento. Vou viajar mais. Vou ir menos à praia que ele vai neste restinho de verão e no verão do ano que vem. Não porque quero evitar de vê-lo, mas porque quero mudar de ares. Quero conhecer novas pessoas, falar sobre outros assuntos. E não vou mais sofrer de novo por antecipação ou sofrer pelo fato da minha filha não ter contato com seu pai. A vida é assim como ela se apresenta. Vou pegar esse limão e fazer dele a melhor limonada da paróquia.
Ah... e pra terminar, foi a primeira vez que meu Brasileirinho saiu do Lago de Constança e provou ser um bom companheiro de viagens, mesmo em situações adversas como a desta viagem (o hotel ficava a quase 1.000 metros acima do nível do mar)! :-)
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Sandra
às
01h18
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::Problema com fotos digitais::
Quanto ao meu problema com as fotos digitais, hoje de manha fiz uma descoberta no trabalho: a leitora de cartao funciona perfeitamente, e o cartao SD também está perfeito, pois minha colega conseguiu passar todas as fotos para seu computador e vou recebe-las gravadas num CD. Isso quer dizer que minha máquina fotográfica digital também está ok. Menos mal. Entao o problema está no meu canal USB, hardware ou software. Ela me mostrou aonde procuro pelos 4 canais USB, como olhar se eles estao ok. Cheguei em casa, olhei, estava tudo ok. Depois li num manual do Windows que uma solucao seria desinstalar o software do canal USB. Fiz isso, desliguei o computador, liguei novamente e ele procurou automaticamente pelo software necessário... e eu continuo sem poder ler as fotos. Quando uno meu computador à leitora, nao aparece o novo drive, ele nao reconhece que foi adicionado mais um componente a ele. Alguém tem uma idéia?
As únicas coisas que aconteceram desde antes, quando tudo funcionava, foi que comprei um cartao SD de 256 MB, tive vírus no computador e em seguida coloquei um antivírus e firewall no meu sistema. Antes funcionava tudo lindamente numa boa, agora nao mais...
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Sandra
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03h05
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